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  • Tribunal suspende licitação do estacionamento rotativo em Nova Friburgo

    Tribunal suspende licitação do estacionamento rotativo em Nova Friburgo

    O processo de licitação para implantação do sistema de estacionamento rotativo pago nas ruas de Nova Friburgo foi suspenso pela prefeitura após o Tribunal de Contas do Estado do Rio decidir quer o processo fosse paralisado por suspeita de irregularidade. O conselheiro relator do TCE-RJ, Thiago Pampolha Gonçalves, aceitou denúncias apresentadas por duas empresas participantes da licitação que alegaram possíveis irregularidades no processo, como “requisitos de qualificação técnico-operacional”. O TCE também solicitou à prefeitura informações detalhadas sobre a licitação e deu ainda um prazo, que vence essa semana, para que o prefeito Johnny Maycon se manifeste sobre esses questionamentos. 

    A prefeitura divulgou que já está providenciando os esclarecimentos necessários e que trata-se de uma contratação de grande complexidade e a prefeitura agirá da forma mais prudente para que não haja prejuízos à municipalidade. Ao todo, oito empresas participam da licitação. O fato é que o estacionamento rotativo pago nas ruas de Nova Friburgo continua sendo motivo de polêmica na cidade e, com essa decisão do TCE, permanece sem data para sair do papel.

  • Prefeitura reabre licitação do estacionamento rotativo

    Prefeitura reabre licitação do estacionamento rotativo

    A Prefeitura de Nova Friburgo confirmou uma nova data para a licitação do estacionamento rotativo na cidade. A sessão ocorrerá no dia 26 de maio, às 10h, por meio do Portal de Compras do Governo Federal. A expectativa do governo municipal, de acordo com o edital, é de criar 3.384 vagas de estacionamento. O processo vai seguir o modelo de pregão eletrônico, com critério de menor preço global por lote. O contrato terá duração de cinco anos e visa melhorar a mobilidade urbana com uma plataforma tecnológica.

    A empresa que for contratada terá que fornecer uma plataforma de gestão integrada para o estacionamento rotativo e alguns itens são obrigatórios como parquímetros multivaga e multisserviço, aplicativo para smartphones, terminais de autoatendimento, fiscalização veicular com leitura automática de placas, entre outros. Do total de vagas, 5% serão destinadas a idosos e 2% a pessoas com deficiência. O estacionamento funcionará inicialmente nos bairros Centro, Olaria e Conselheiro Paulino.

    O valor da tarifa ainda não foi divulgado. O contrato vai custar R$ 38,7 milhões ao longo de cinco anos, com desembolso mensal de cerca de R$ 646 mil. A estimativa da Prefeitura aponta uma arrecadação de R$ 19 milhões por ano, sendo R$ 9 milhões oriundos do uso das vagas e outros R$ 9 milhões de multas. O município acredita que terá retorno de R$ 56 milhões ao fim do contrato.